Três tipos de empreendimentos se enquadram na categoria de centrais hidrelétricas de pequeno porte:
Centrais Geradoras Hidrelétricas – CGHs,
Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs, e
Usinas Hidrelétricas – UHEs autorizadas até 50 MW.
A Capacidade instalada das centrais hidrelétricas é de até 50 MW (megawatts), permitindo a geração de energia perto dos centros de consumo, complementando e reforçando a segurança de suprimento do Sistema Interligado Nacional (SIN).
As centrais hidrelétricas têm cadeia produtiva 100% nacional, colaboram para o desenvolvimento econômico e social do país, além de ser mais competitivas quanto ao impacto dos custos sobre as tarifas pagas pelos consumidores. Além disso, as PCHs e UHEs são bens públicos, revertidos para a União ao final da outorga.
As Pequenas Centrais Hidrelétricas são usinas com capacidade instalada entre 5 e 30 megawatts (MW).
Com 426 unidades em operação, distribuídas pelo país, atualmente as PCHs representam 5.770.476 kW de potência instalada.
A energia gerada por elas é capaz de abastecer em torno de 12 milhões de residências.
As Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) são empreendimentos que possuem o limite de 5 MW em potência instalada.
Assim, são menores que as PCHs em tamanho e capacidade de geração de energia.
Como as PCHs, as CGHs também são instaladas próximos aos centros de consumo e conectadas às distribuidoras.
As Usinas Hidrelétricas – UHEs com potência instalada entre 30 e 50 megawatts (MW) possuem outorga de autorização.
A energia hidráulica produzida no Brasil representa hoje 56,7% da matriz elétrica brasileira. As PCHs, juntamente com as CGHs e UHEs, promovem inúmeros benefícios econômicos, sociais e ambientais aos municípios onde estão instaladas.
Alinhados à geração de empregos para a comunidade local, estão a preservação do meio ambiente e o monitoramento da qualidade da água.
As pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) têm se mostrado uma importante solução para a descarbonização e para a promoção da sustentabilidade energética. Essas usinas, especialmente aquelas com potencial gerador na faixa de 5 MW até 30 MW, têm a capacidade de gerar eletricidade a partir do fluxo da água em rios e riachos, sem a necessidade de grandes barragens ou reservatórios.
A geração de energia elétrica por meio das PCHs é uma alternativa renovável e limpa, pois emitem menores taxas de gases de efeito estufa na atmosfera, contribuindo assim para a redução das emissões de gases poluentes e a mitigação das mudanças climáticas.
Além disso, as PCHs podem ser construídas em locais estratégicos e próximos aos centros de consumo, reduzindo o custo de transmissão da energia elétrica e aumentando a eficiência do sistema elétrico como um todo. Isso significa que a eletricidade gerada pelas PCHs pode ser utilizada para abastecer as necessidades das comunidades locais, estimulando o desenvolvimento sustentável dessas regiões.
Outro aspecto bastante relevante das PCHs é que elas podem ser construídas em pouco tempo (em torno de dois anos), sempre levando em consideração o respeito à fauna, à flora e ao curso d’água local. Além disso, esses empreendimentos são revertidos à União, e seguem gerando energia por um longo tempo, pois tem vida útil de pelo menos 100 anos.
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